Antonio Justel Rodriguez

NÃO MORRA

 
…saia, então, e instale em sua alma uma palpitação sem fim,
instale-o em um halo diferente, o de uma pintura a óleo superior,
ou marche e cruze seu coração em busca da verdade em seu brasão mortal
e intuir esse palpite divino, afirmá-lo, persegui-lo;
Dos rios de amor surgem nostalgias prodigiosas e também esplendores crísticos, sobrevivendo,
tanto que, ao ouvi-los correr, léxicos/paixões vêm deles
como átomos de fogo desconhecidos e quânticos;
[... dividir, quebrar a eternidade e inaugurar um novo tempo,
um sopro supremo e reconstituir o sangue, a consciência, os preconceitos ancestrais,
e assim os caminhos, os fogos frios e os arbustos, e refazê-los, reconstruí-los]
… meu homem, não, não se imole na porta do desespero,
mas pegue sua espada de valor e corte e polir os nós de sua época e de seu século;
Você esverdeou, até o limite, sua íntima e linda flor de cacto...?
…então acolha-o, acolha-o e inspire seu aroma;
Mas, ah, ah meu homem, não, não morra!
***
Antonio Justel/Orion de Panthoseas
http://oriondepanthosaeas.com
***

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Published on e-Stories.org on 21.04.2024.

 
 

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